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Misantropolis

Tiamat

Desespero e resistência urbana em “Misantropolis” do Tiamat

A música “Misantropolis”, do Tiamat, explora o sentimento de isolamento e alienação em meio à decadência de uma grande cidade. O próprio título sugere uma metrópole habitada por pessoas que perderam a fé na humanidade. Esse clima é reforçado por imagens apocalípticas na letra, como “os céus estão caindo” e “planos estão caindo”, que criam a sensação de um colapso iminente. A menção aos “quatro cavalos” faz referência direta aos Quatro Cavaleiros do Apocalipse, símbolos clássicos de destruição e fim dos tempos. Já a repetição de “a água é escura, a água é profunda” transmite um ambiente de incerteza e perigo, onde até “anjos choram” diante do desespero.

Apesar do tom sombrio, a música também fala sobre resistência diante da ruína. O verso “mas nunca diga adeus” funciona como um mantra contra a rendição, mostrando uma recusa em aceitar o fim definitivo. O trecho “e então nós colidimos com o sol, com tanto por fazer” reforça a ideia de que, mesmo diante do fim, ainda há tarefas inacabadas e vontade de lutar até o último momento. Por fim, “uma vida é um evangelho... a minha é rock'n'roll” sugere que cada pessoa busca seu próprio sentido ou salvação, mesmo em meio ao caos. Assim, “Misantropolis” reflete sobre a desesperança e a resiliência humana em tempos de crise.

Composição: Johan Edlund. Essa informação está errada? Nos avise.

O significado desta letra foi gerado automaticamente.

Enviada por Gustavo e traduzida por Noturno. Revisão por Marcos. Viu algum erro? Envie uma revisão.



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