
Cobra Venenosa
Tião Carreiro e Pardinho
Dor e saudade em "Cobra Venenosa" de Tião Carreiro e Pardinho
Em "Cobra Venenosa", Tião Carreiro e Pardinho usam a imagem da cobra para retratar a dor de um amor não correspondido. A mulher amada é comparada a serpentes como cascavel, urutu e jaracuçu, todas conhecidas pelo veneno perigoso. Essa metáfora reforça o sofrimento intenso causado por esse relacionamento, que vai além do físico e atinge o coração e a alma do narrador. A letra destaca que, enquanto existe antídoto para o veneno das cobras, não há remédio para a saudade e a dor deixadas por essa mulher: “Procurei tantos remédios / Andei por toda cidade / Mas qual o que não existe / Nada que cure a saudade”.
O contexto da música sertaneja aparece forte, com o uso de elementos da natureza para expressar sentimentos. A "cabocla do mato" é chamada de “cobra em forma de gente”, mostrando que o narrador enxerga nela uma mistura de beleza e perigo. O verso “Uma olhada me deu / Foi um veneno perfeito” mostra como um simples olhar foi suficiente para marcar o narrador profundamente. A cicatriz da picada representa a saudade e o sofrimento que permanecem, mesmo com o tempo. Assim, a música fala de um amor que deixou marcas profundas, usando a linguagem simples e direta do sertão para expressar uma dor universal.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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