
Rei do Pagode
Tião Carreiro e Pardinho
Orgulho e liderança em "Rei do Pagode" de Tião Carreiro e Pardinho
Em "Rei do Pagode", Tião Carreiro e Pardinho expressam com clareza o orgulho de serem pioneiros do pagode de viola. A autoconfiança do narrador aparece logo no início, quando afirma: “No lugar aonde eu canto, o povo todo me acata / Sou querido das morenas, das loirinhas e das mulatas”. Esses versos mostram o respeito e a popularidade conquistados por Tião Carreiro, reconhecido como criador desse estilo musical. A música também funciona como resposta direta a críticas e à inveja de outros músicos, especialmente nos versos: “Vou tratar meus inimigos do jeito que eles me trata” e “Pros escravos da inveja, meu pagode é uma chibata”. Aqui, o narrador deixa claro que o sucesso incomoda rivais, mas ele responde com superioridade e confiança em seu talento.
A letra utiliza metáforas para reforçar a posição de destaque do narrador. No trecho “Sou um leão africano, quando dá um grito na mata / Os bicho pequeno correm, igualzinho um vira-lata”, o leão representa força e liderança, enquanto os “bichos pequenos” simbolizam músicos menos talentosos ou invejosos. O verso “Nossa coroa de rei, quero ver quem arrebata” reforça a ideia de liderança incontestável no pagode de viola. Assim, "Rei do Pagode" celebra a inovação e o sucesso de Tião Carreiro, ao mesmo tempo em que envia um recado firme e bem-humorado a quem tenta desmerecer sua trajetória.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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