
Moradia
Tião Carreiro e Pardinho
Pertencimento e simplicidade em “Moradia” de Tião Carreiro e Pardinho
A música “Moradia”, de Tião Carreiro e Pardinho, utiliza exemplos do cotidiano para mostrar como cada ser, objeto e sentimento tem seu lugar no mundo. Ao citar versos como “o sapo mora no brejo”, “minha voz mora no peito” e “meus versos na cachola”, a dupla constrói uma imagem de harmonia e pertencimento, aproximando a vida rural da ordem natural das coisas. Essa abordagem transmite uma sensação de paz e aceitação, valorizando a simplicidade do campo e a conexão com a natureza.
O trecho “num casebre em Nazaré morou a Virgem Maria” traz uma referência religiosa importante, associando a humildade da vida rural à santidade e mostrando que a simplicidade pode ser sagrada. A música também aborda diferenças sociais de forma sutil, como em “o rico mora no centro, pobre na periferia”, mas mantém um tom acolhedor e resignado. No final, a frase “eu moro nos braços dela e ela em meu coração” leva o tema para o campo afetivo, sugerindo que o verdadeiro lar está no amor e nos relacionamentos. Assim, “Moradia” celebra a vida simples, os laços afetivos e o valor do cotidiano, reforçando a ideia de que o pertencimento pode ser encontrado tanto na natureza quanto nas relações humanas.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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