
A Ferro e Fogo
Tião Carreiro e Pardinho
Resistência e orgulho cultural em “A Ferro e Fogo”
Em “A Ferro e Fogo”, Tião Carreiro e Pardinho usam imagens fortes para mostrar como a adversidade pode se transformar em motivo de orgulho. O verso “bala bate no meu peito e vira medalha honrosa” destaca a coragem diante das dificuldades, sugerindo que cada desafio enfrentado se torna uma conquista. A letra segue esse tom resiliente ao afirmar: “quanto mais tombo eu caio acho a vida mais gostosa”, mostrando que o narrador encara os obstáculos como oportunidades de crescimento e celebração da própria força.
A relação entre o violeiro e sua viola é central na música, especialmente em “Viola minha viola nós estamos em perigo / Querem destruir você querendo acabar comigo”. Aqui, a viola simboliza não só o instrumento, mas também a cultura caipira e a identidade do artista, ameaçadas por mudanças sociais e pela desvalorização das tradições. A frase “eu não nasci pra ser prego eu nasci pra ser martelo” reforça a postura ativa do narrador, que prefere agir e resistir em vez de se submeter. Ao finalizar com “eu brigo pra defender o nosso verde amarelo”, a música amplia o sentido de resistência, conectando a luta pessoal à defesa da cultura e dos valores nacionais, mostrando o compromisso do artista com suas raízes.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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