
Punhal da Falsidade (Mulher Sem Nome)
Tião Carreiro e Pardinho
Dor e ressentimento em "Punhal da Falsidade (Mulher Sem Nome)"
Em "Punhal da Falsidade (Mulher Sem Nome)", Tião Carreiro e Pardinho exploram a dor da traição amorosa de forma intensa e direta. A metáfora do "punhal de sua falsidade" transforma a decepção em uma ferida física, mostrando como a traição deixa marcas profundas e permanentes. Ao se referir à mulher como "mulher sem nome", a canção amplia o sofrimento do narrador, tornando-o um símbolo universal da decepção amorosa, e não apenas um caso pessoal. Essa escolha reforça a ideia de que a dor da traição é uma experiência comum, vivida por muitos.
A letra traz um desabafo amargo, com versos como "Eu quero vê-la chorar de saudades" e "Hei de vê-la no futuro, pagar o que fez pra mim", expressando o desejo de justiça emocional e a esperança de que a dor retorne à traidora. O ambiente descrito, com a mulher "cheia de anéis, junto com seus coronéis, em delírio a beber", sugere ostentação e superficialidade, em contraste com o amor sincero do narrador. A repetição do pedido para deixá-la seguir sua vida revela resignação, mas também mágoa profunda. Ao se comparar a um "boêmio sem rumo e sem nada", o narrador evidencia o vazio e a solidão deixados pela infidelidade. Composta por Teddy Vieira e Zé Carreiro, a música constrói um retrato marcante do sofrimento, ressentimento e desejo de justiça emocional diante da traição.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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