
Carro Velho
Tião Carreiro e Pardinho
Tradição e saudade no sertão em “Carro Velho”
Em “Carro Velho”, Tião Carreiro e Pardinho usam a imagem do carro de boi abandonado, com rodas apodrecidas e eixo quase quebrado, para simbolizar a passagem do tempo e o fim de uma era no campo. A música traz um tom nostálgico, típico da dupla, ao retratar a decadência de um objeto que já foi essencial para o trabalho rural e admirado por todos. O carro de boi esquecido representa a saudade de um tempo em que a vida era mais simples e as tradições do interior eram valorizadas.
A letra destaca a substituição das práticas rurais antigas pelos avanços modernos, como no trecho: “Pois os transportes de hoje são feitos de caminhão”. Essa mudança não é apenas tecnológica, mas também emocional, trazendo uma sensação de perda e isolamento. Isso fica claro quando o narrador observa que até os animais parecem sofrer com a transformação: “Minha boiada carreira na palhada remoendo / Parece também que sofre do que eu vivo padencendo”. No final, ao mencionar “o eterno sono da morte que é o fim de toda gente”, a música reforça a ideia de que tudo é passageiro, inclusive as pessoas e suas tradições. Assim, “Carro Velho” aborda temas universais como saudade, transformação e a inevitabilidade do fim, mantendo a simplicidade e emoção características da música sertaneja.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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