
Drama da Vida
Tião Carreiro e Pardinho
“Drama da Vida”: culpa, medo e o preço do arrependimento
“Drama da Vida” transforma a perda amorosa em um teatro de culpa. O eu lírico admite a falha (“eu confesso que errei / desprezei sem ter razão”) e se enxerga como alguém em ruína (“representa o papel / de um fracassado”). As imagens são diretas e rudes — “vivo no relento”, “é só sofrimento” —, situando um sertão de solidão e vergonha. Quando diz “Dois coração que se ama / padece e reclama”, ele reconhece que a dor atinge os dois lados, mas a “esperança perdida” já coloca a história sob o signo da derrota. Esse tom confessional, caro ao repertório caipira que Tião Carreiro ajudou a moldar, ecoa o espírito do Pagode de Viola que ele criou, mesmo a canção não sendo um pagode.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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