
Prato do Dia
Tião Carreiro e Paraíso
Humor e respeito familiar em "Prato do Dia" de Tião Carreiro e Paraíso
"Prato do Dia", de Tião Carreiro e Paraíso, se destaca pelo uso do humor para abordar temas sérios como respeito à família e à honra, valores fundamentais na cultura sertaneja. A música conta a história de um viajante que, ao pedir o prato do dia em uma pensão, faz um comentário de duplo sentido para a garçonete, filha do dono do estabelecimento: “Pra mim franga crua talvez eu aceito / Sendo uma igual a você / Seja a qualquer hora também não enjeito”. O termo “franga” serve como metáfora, referindo-se tanto ao prato quanto à jovem, sugerindo uma insinuação de cunho sexual, rapidamente percebida como desrespeitosa.
Mesmo com o tom descontraído, a situação muda quando o pai da moça intervém de forma firme, trazendo à mesa não só o prato, mas também um “schimith inglês” (referência ao revólver Smith & Wesson), deixando claro que não aceita brincadeiras com sua filha. O final, com o proprietário dizendo “Nós estamos de portas abertas / Pra servir a moda que pede o freguês”, reforça o humor sutil e a mensagem de que hospitalidade e respeito são valores que andam juntos naquele ambiente. Assim, a música usa uma situação cotidiana para mostrar, de forma leve e irônica, a importância do respeito e dos valores familiares nas relações do interior.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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