
Laçador de Cachorro
Tião Carreiro e Paraíso
Violência e inocência em "Laçador de Cachorro"
"Laçador de Cachorro", de Tião Carreiro e Paraíso, utiliza a figura do laçador para denunciar a crueldade humana, indo além do sofrimento animal e abordando também a violência contra a inocência infantil. O verso “homem só pela metade, diabo em forma de gente” deixa claro o julgamento moral sobre o agressor, mostrando que perseguir um inocente, seja criança ou animal, é um ato de extrema maldade. Inspirada em histórias do interior do Brasil, a canção reflete uma realidade em que laçadores de cães eram temidos e a proteção dos animais de estimação era uma preocupação constante nas comunidades rurais.
A letra narra de forma direta a tragédia de um menino que, ao tentar salvar seu cachorro Marfim, acaba sendo morto pelo laçador. O momento em que o garoto “apertou no coração” o cãozinho e a despedida “trate bem meu cachorrinho que tem nome de Marfim” destacam a pureza e o amor da criança, em contraste com a brutalidade do agressor. O sofrimento se intensifica quando o cachorro morre de saudade do menino, ampliando o sentimento de perda e injustiça. Ao afirmar “nossa justiça não falha”, a música expressa o desejo de punição, mas também sugere uma crítica à impunidade e à repetição dessas tragédias, tema recorrente nas composições de Tião Carreiro e Paraíso, que abordam questões sociais do interior brasileiro de forma simples e direta.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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