
Chovendo Na Minha Bochecha (part. Jorge)
Tierry
Dor e saudade em "Chovendo Na Minha Bochecha" de Tierry
"Chovendo Na Minha Bochecha (part. Jorge)", de Tierry, aborda de forma direta o sofrimento após o fim de um relacionamento. A música destaca como, mesmo tentando apagar os vestígios físicos do amor, como lavar o colchão, as marcas emocionais permanecem. O verso “O colchão eu já mandei lavar / Mas coração não lava” mostra claramente essa dificuldade de superar a dor, reforçando que sentimentos não se apagam tão facilmente quanto objetos ou cheiros.
A expressão “chovendo na minha bochecha” é usada para ilustrar o choro causado pela saudade, uma metáfora que Tierry explica como sendo “as lágrimas são as chuvas do céu da alma de cada um”. O ambiente do bar, presente no DVD da gravação, reforça o clima de desabafo e solidão, típico de quem busca consolo após uma perda amorosa. A letra também evidencia o contraste entre o narrador, que permanece preso à dor, e a pessoa amada, que já segue em frente. O refrão “Saudade sempre dói na sexta / Porque eu sei que vai sair certeza / E quem tá solteiro sempre beija / Eu continuo aqui na mesma / Chovendo na minha bochecha” ressalta esse sentimento de estagnação e a dificuldade de superar a saudade, tornando a música um retrato sincero do impacto emocional de um amor não resolvido.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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