
Nascer, Viver, Morrer
Tim Bernardes
Reflexões sobre ciclos e renovação em “Nascer, Viver, Morrer”
Ao abrir o álbum "Mil Coisas Invisíveis" com "Nascer, Viver, Morrer", Tim Bernardes deixa claro que quer abordar, desde o início, os ciclos inevitáveis da vida. O verso “Nascer outra vez bem no meio da vida” chama atenção para a ideia de que o renascimento não acontece só no começo da existência, mas pode ocorrer em qualquer fase, simbolizando recomeços e mudanças internas. Essa mensagem se conecta ao videoclipe, em que o piano em chamas representa o fim de um ciclo e a abertura para novas possibilidades, reforçando o tema da renovação constante.
A letra trata de forma direta a experiência de estar vivo, mostrando como alternamos entre momentos de consciência e distração, como em “Às vezes sem nem perceber que está vivo / Às vezes na barra, às vezes na boa”. Bernardes sugere que viver é um processo cheio de altos e baixos, e que perceber o presente de forma plena é raro e valioso, como no “raro momento infinito viver”. Ao falar da morte, ele propõe uma reflexão sobre a ausência e o silêncio, não como um fim definitivo, mas como parte do ciclo que “prova existir vida antes da morte”. Assim, a música convida o ouvinte a enxergar a existência como um fluxo contínuo de começos, meios e fins, onde cada etapa tem seu próprio significado e potencial de transformação.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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