
Na Beira do Mar
Timbalada
Força espiritual e ancestralidade em "Na Beira do Mar"
"Na Beira do Mar", da Timbalada, começa com uma evocação direta a Iemanjá, orixá das águas no candomblé, mostrando um pedido de proteção e respeito à força espiritual feminina ligada ao mar. O verso “Na beira do mar / Chamarei Iemanjá” conecta o ambiente natural à dimensão sagrada, já que o mar é visto como a morada de Iemanjá, símbolo de maternidade, acolhimento e poder. O trecho “Iemanjá, aliviai minha dor” reforça a devoção e a confiança na orixá, deixando claro que a música é tanto um louvor quanto um pedido de auxílio diante das dificuldades.
A letra também cita outros orixás, como Xangô, associado à justiça e ao trovão, e faz referência a nomes como “Zumbi, Ogum, Budum, Erum, Ilê”, ampliando o sentido de coletividade e ancestralidade. Essas menções celebram a pluralidade das divindades afro-brasileiras e sua presença no cotidiano dos praticantes. A repetição de nomes e expressões tradicionais, como “Agolô Naê, Agolô / Iemanjá Lodé”, reforça o clima ritualístico e de respeito, típico das cerimônias do candomblé. A versão da Timbalada, com sua percussão marcante e a participação de Carlinhos Brown, transforma a canção em uma celebração vibrante da herança cultural afro-baiana e da força espiritual que vem das tradições religiosas e da natureza.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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