
Coroa Baiana (Pot-Porri)/ O Ouro e a Madeira/ Hora da Razão/ Retrato da Bahia
Timbalada
Humildade e identidade baiana em “Coroa Baiana (Pot-Porri)”
Em “Coroa Baiana (Pot-Porri)/ O Ouro e a Madeira/ Hora da Razão/ Retrato da Bahia”, Timbalada destaca valores como simplicidade, humildade e orgulho regional. A escolha de versos como “não queria ser o mar, me bastava a fonte” e “não queria ser a vida, porém o momento” mostra uma valorização do essencial, preferindo o simples ao grandioso. Essa visão reflete uma filosofia de contentamento muito presente na cultura baiana e nas composições de Riachão, especialmente na parte “Retrato da Bahia”. A letra sugere que a felicidade está nas pequenas coisas, como o orvalho em vez da chuva, ou o grão em vez do campo inteiro.
O trecho “Ouro afunda no mar, madeira fica por cima” traz uma metáfora conhecida para mostrar que o verdadeiro valor nem sempre está no que é mais valorizado socialmente; às vezes, o simples é o que permanece. A referência à ostra que “nasce do lodo, gerando pérola fina” reforça a ideia de que das dificuldades podem surgir coisas valiosas, conectando-se ao verso “sofrer também é merecimento”. Na parte final, ao citar a Praça Cairu e o Elevador Lacerda, a música homenageia Salvador e sua cultura, ressaltando a alegria e hospitalidade baianas, como em “Baiana atendendo com alegria, coisinha gostosa de dendê”. Ao unir essas canções e ritmos, Timbalada celebra a identidade e o orgulho baiano.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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