
Tuck Tuck
Timbalada
Ritmo, ancestralidade e união em “Tuck Tuck” da Timbalada
Em “Tuck Tuck”, a Timbalada utiliza a repetição marcante de “O meu batuque / Tuck é pra poeira levantar” para destacar a força do ritmo e a energia contagiante de sua percussão. O “tuck tuck” funciona como uma onomatopeia do som dos tambores, elemento central da banda, e simboliza o impulso para dançar, celebrar e se libertar, especialmente no contexto do Carnaval de Salvador, onde a música se tornou um hino de festa e movimento coletivo.
A letra faz referências diretas à ancestralidade afro-brasileira, como em “Vem da macumba / Aê gangazumba... É pra sair do cativeiro / Vem da luanda...”. Termos como “macumba” e “Luanda” remetem às raízes africanas e à herança dos povos escravizados, enquanto “gangazumba” cita o líder do Quilombo dos Palmares, símbolo de resistência e liberdade. O verso “É pra sair do cativeiro” reforça a ideia de libertação física e espiritual, celebrando a superação das adversidades históricas por meio da música e da festa. Ao se autodefinir como “timbaleiro”, “chicleteiro”, “forrozeiro” e “pagodeiro”, a canção valoriza a diversidade dos ritmos populares brasileiros e convida todos a se unirem no bloco da alegria e inclusão. O convite final – “Mas se você quiser vir / Brincar de timbalar / Eu vou é te levar” – resume o espírito acolhedor e comunitário da Timbalada, transformando a música em um chamado à participação e à celebração coletiva.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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