
Estado Violência
Titãs
Crítica à repressão estatal em "Estado Violência" dos Titãs
Em "Estado Violência", os Titãs usam a repetição do título como um mantra para destacar a presença constante da opressão estatal e a sensação de sufocamento diante de leis impostas de cima para baixo. O trecho “A lei não é minha / A lei que eu não queria” evidencia o distanciamento entre o indivíduo e o sistema legal, mostrando que as regras servem mais para controlar do que para proteger. Essa crítica é um dos temas centrais do álbum "Cabeça Dinossauro" e marca a fase mais contestadora da banda.
A música cria uma atmosfera de isolamento e repressão, especialmente nos versos “Meu corpo não é meu / Meu coração é teu / Atrás de portas frias / O homem está só”. Aqui, a letra sugere que até a autonomia sobre o próprio corpo e sentimentos é negada, ampliando a crítica à violência institucional. O refrão, com pedidos como “Deixem-me querer”, “Deixem-me pensar”, “Deixem-me sentir”, é um apelo direto por liberdade individual e direitos básicos, refletindo a insatisfação com a repressão política e social do Brasil nos anos 1980. O tom direto e sombrio da canção reforça a urgência desse protesto, tornando "Estado Violência" um retrato forte da luta contra o autoritarismo e a hipocrisia do Estado.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



Comentários
Envie dúvidas, explicações e curiosidades sobre a letra
Faça parte dessa comunidade
Tire dúvidas sobre idiomas, interaja com outros fãs de Titãs e vá além da letra da música.
Conheça o Letras AcademyConfira nosso guia de uso para deixar comentários.
Enviar para a central de dúvidas?
Dúvidas enviadas podem receber respostas de professores e alunos da plataforma.
Fixe este conteúdo com a aula: