
Ciúme
Titãs
Contradições modernas em "Ciúme" dos Titãs
"Ciúme", na versão dos Titãs, aborda de forma irônica e direta o conflito entre o desejo de ter uma postura moderna nos relacionamentos e a dificuldade real de lidar com o ciúme. Logo no início, a letra deixa clara essa intenção: “Eu quero levar uma vida moderninha / Deixar minha menininha sair sozinha / Não ser machista e não bancar o possessivo”. O eu lírico tenta se mostrar aberto e livre de padrões antigos de controle, mas o refrão repetido, “Mas eu me mordo de ciúme”, revela que, na prática, o sentimento ainda domina e é difícil de controlar.
A música usa um tom descontraído para mostrar a contradição interna do personagem, que racionaliza a liberdade da parceira, mas não consegue evitar reações impulsivas e exageradas, como em “Eu me mordo, eu me rasgo, eu me acabo / Eu falo bobagem, eu faço bobagem, eu dou vexame”. A escolha dos Titãs por regravar essa canção em um álbum que homenageia diferentes influências reforça como o ciúme é um tema atemporal e universal. Mesmo com mudanças de comportamento ao longo das gerações, o ciúme continua sendo um dilema emocional facilmente reconhecível. A música brinca com a ideia de modernidade versus instinto, tornando o tema próximo e identificável para qualquer público.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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