
Pelo Avesso
Titãs
Reflexão sobre limites e insegurança em “Pelo Avesso”
Em “Pelo Avesso”, dos Titãs, a repetição de perguntas como “Vamos deixar que entrem?” expõe uma preocupação com a fragilidade dos limites entre o espaço pessoal e as ameaças externas. A letra utiliza imagens como “invadam o seu lar”, “destruam o meu jardim” e “quebrem os móveis” para mostrar que o ambiente íntimo está sempre sob risco de invasão, seja por pressões sociais, políticas ou emocionais. Essas metáforas ampliam o sentido da música, indo além do contexto doméstico para abordar sentimentos de vulnerabilidade e insegurança que afetam o indivíduo e a sociedade.
O refrão, com versos como “Eu quero o mesmo inferno, a mesma cela de prisão – a falta de futuro”, aprofunda o tom crítico da canção. Ele expressa um sentimento coletivo de desamparo e resignação diante de situações opressoras, sugerindo que a repetição de injustiças e invasões transforma até o que é belo em ruínas. O questionamento “Atrás de tantas cercas, quem é que pode estar seguro?” reforça a ideia de que a sensação de proteção é ilusória. Escolhida como tema de uma telenovela, a música amplia seu alcance ao dialogar com questões universais de insegurança e perda de esperança, destacando-se como uma crítica à apatia diante da destruição do bem-estar coletivo e individual.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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