
Fazer o quê?
Titãs
Rebeldia e inconformismo em “Fazer o quê?” dos Titãs
Em “Fazer o quê?”, os Titãs deixam clara uma postura de confronto e rejeição ao caminho mais fácil. Frases como “Não quero água, eu quero sede” e “Não quero cabeça, eu quero parede” mostram a escolha consciente pelo desconforto e pelo embate direto, em vez de buscar soluções simples ou conforto. Essa atitude está alinhada ao contexto do álbum “Titanomaquia”, que traz uma sonoridade mais agressiva, influenciada pelo punk e grunge, estilos marcados pela crítica social e pela crueza nas letras e arranjos.
O refrão repetido, “Fazer o que, eu vou fazer o que / o que é que eu posso fazer?”, reforça um sentimento de resignação diante de situações que fogem ao controle, mas com um tom irônico e de desprezo, característico da fase mais rebelde da banda. O uso do palavrão “Foda-se!” no final da música resume a recusa em atender expectativas externas e em aceitar soluções convencionais. A produção de Jack Endino, conhecida por incentivar abordagens diretas e sem filtros, contribui para esse clima de insatisfação e inconformismo. Assim, a música expressa de forma direta a preferência pela autenticidade do conflito, rejeitando a passividade e a adaptação forçada.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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