
Um Copo de Pinga
Titãs
Ritual e humor rural em “Um Copo de Pinga” dos Titãs
“Um Copo de Pinga”, dos Titãs, transforma um poema popular em uma narrativa bem-humorada sobre o ciclo da cachaça, usando os dias da semana para ilustrar a rotina de produção e consumo da bebida. A letra segue a sequência: “Na segunda eu planto a cana... Na sexta eu faço a pinga, no sábado eu amanheço bebendo”, mostrando como o trabalho da semana culmina no prazer de beber, de forma leve e satírica. O uso da valsa caipira reforça a homenagem à cultura regional brasileira, algo presente em outras faixas do álbum “Domingo”.
O humor cresce quando o personagem deseja ser enterrado “com um copo de pinga na mão”, revelando uma devoção quase ritualística à bebida, mas sem tom moralista. Ao adaptar um poema de domínio público, os Titãs dialogam com a tradição oral e a irreverência do interior, celebrando os pequenos prazeres e a persistência de certos hábitos culturais. A canção diverte, mas também sugere uma reflexão leve sobre o ciclo da vida e a aceitação das próprias escolhas, tratadas como destino ou “sina”.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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