
a seco
Tó Brandileone
Crítica bem-humorada à desvalorização em "a seco"
Em "a seco", Tó Brandileone utiliza a ironia para destacar a diferença de tratamento entre convidados e músicos em eventos. Logo no início, a letra mostra um banquete farto, com pratos como lagosta, camarão e faisão, enquanto aos músicos é oferecida apenas "água de bica". Essa situação, descrita de forma leve e quase caricatural, evidencia a crítica à desvalorização dos artistas, especialmente em apresentações em locais distantes ou de menor prestígio, sugeridos pelo termo "escafundó" (lugar remoto).
O refrão, "Tudo do bom e do melhor, pra violeiro só água e só", reforça o sentimento de exclusão e descaso. O título "a seco" tem duplo sentido: além de remeter à expressão popular de fazer algo sem recursos, faz referência ao grupo 5 a Seco, do qual Tó Brandileone faz parte, e à ideia de músicos que se apresentam sem grandes aparatos. A letra ainda brinca com o exagero das comidas e bebidas oferecidas aos outros, enquanto os músicos ficam "nem um gole de goró", acentuando o tom irônico. No fundo, a música transforma uma situação de injustiça em crítica social, usando o humor para chamar atenção para a falta de reconhecimento e respeito pelo trabalho artístico.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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