
OZEMPIC [explícita]
Tocanna
Crítica à cultura da magreza em “OZEMPIC [explícita]” de Tocanna
Em “OZEMPIC [explícita]”, Tocanna usa ironia e repetição para destacar a obsessão atual pela magreza, transformando o nome do medicamento em um refrão marcante. O verso “Eu quero ser sua fave magra” evidencia o paradoxo vivido por celebridades que promovem aceitação corporal, mas acabam cedendo à pressão por padrões estéticos restritos. A menção a uma “cantora famosa” que defendia o body positive, mas ficou “tão magra”, faz referência direta ao uso do Ozempic por figuras públicas, levantando questionamentos sobre autenticidade e coerência em seus discursos.
A música utiliza frases como “doce com uva, leve como pluma, cabe na menor blusa” para ironizar os padrões de corpo perfeito e a busca por soluções rápidas. Tocanna também aborda o silêncio e o isolamento de quem recorre ao medicamento, como em “Ficou reclusa? Por que está muda? Eu sei quem usa, de quem abusa”. O humor ácido serve para criticar tanto o culto à magreza quanto a hipocrisia de celebridades, além de alertar para os riscos do uso indiscriminado do Ozempic para fins estéticos. O verso “Ficou magra mas cabeçuda” reforça o tom satírico, mostrando que a busca extrema pelo corpo ideal pode trazer consequências físicas e psicológicas inesperadas.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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