
KIM KARDASHIAN
TOKIODK
Ascensão e referências culturais em “KIM KARDASHIAN”
Em “KIM KARDASHIAN”, TOKIODK mistura referências internacionais e nacionais para retratar a ascensão social e o universo das festas urbanas. O verso “Vi a Simaria achei que era a Kim Kardashian, mas era a onda do álcool” brinca com a confusão causada pelo excesso, mostrando como o glamour das celebridades internacionais se mistura ao cotidiano brasileiro. Essa comparação irreverente revela o impacto da ostentação e da cultura pop no imaginário de quem conquistou novos espaços, mas ainda carrega traços do passado.
A música também celebra conquistas pessoais, como em “Nunca que os mano da antiga imaginavam que eu ia chegar tão alto”, destacando o orgulho de superar dificuldades e alcançar o sucesso. TOKIODK faz questão de valorizar suas origens, citando elementos como a marca Ed Hardy e o bate-bola do carnaval carioca, reforçando a mistura de estilos e culturas. Ao mencionar “Relíquia, Abravanel”, ele associa o sucesso à figura de Silvio Santos, símbolo de carisma e ascensão no Brasil. Apesar do clima de ostentação, a letra traz momentos de reflexão, como em “O mano voltou pra igreja depois de ir quase de ralo no baque”, mostrando que a vida exige equilíbrio e que nem tudo é festa. Assim, “KIM KARDASHIAN” transita entre humor, crítica social e celebração das vitórias, com uma linguagem urbana e atual.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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