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Vulnerabilidade e autoconhecimento em "Ruim" de Tom Filho

A música "Ruim" de Tom Filho aborda de forma direta como a autocrítica e a dúvida sobre o próprio valor surgem após o fim de um relacionamento. O refrão repetitivo, "Será que eu sou tão ruim assim?", expõe a vulnerabilidade do eu lírico, mostrando como a separação pode levar à internalização da culpa, sentimento comum em términos. Esse questionamento revela o impacto emocional do rompimento, mesmo quando há consciência de quem se é.

A letra traz elementos do cotidiano, como "Séries pela metade, sua Netflix" e "quanta foto tira até ter que tirar uma por uma da nossa memória", para mostrar como a presença do outro permanece nos detalhes da rotina, mesmo depois do fim. Isso reforça a ideia de que a história não termina completamente, pois "fica sobras da rotina espalhadas pela casa toda". O trecho "Não vou correr atrás pra te convencer de quem eu sou, não vou" marca um momento de virada, em que o artista escolhe o amor-próprio e recusa a manipulação emocional, mesmo reconhecendo que poderia agir diferente. Essa decisão reflete autoconhecimento e honestidade emocional, características que Tom Filho quis transmitir, segundo análises do single. Assim, "Ruim" equilibra a dor da perda com a afirmação de identidade, tornando-se um retrato sincero do processo de superação e autodescoberta após o término.

Composição: Bea Duarte / Tom Filho. Essa informação está errada? Nos avise.

O significado desta letra foi gerado automaticamente.

Enviada por Lucas. Legendado por Murilo. Revisões por 4 pessoas. Viu algum erro? Envie uma revisão.

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