
Sozinho
Tom Filho
Reflexões sobre solidão e memória em “Sozinho” de Tom Filho
Em “Sozinho”, Tom Filho explora não apenas a ausência do outro após o término de um relacionamento, mas também a incerteza sobre o que foi real ou imaginado. A dúvida expressa em “Você existiu? Ou fui eu que inventei?” mostra como, depois do fim, surgem questionamentos profundos sobre identidade e memória, reforçando o tom introspectivo da música.
O próprio artista revelou que a canção nasceu de uma experiência pessoal de término e amadurecimento, o que se reflete diretamente na letra. No trecho “Bebi eu sei tem gosto de remédio / Qualquer coisa que amorteça o tédio”, fica claro o esforço para anestesiar a dor e o vazio. Já em “Tô fazendo o que for pra não ficar sozinho”, o eu lírico demonstra um esforço quase desesperado para evitar o confronto com a solidão. A repetição de “Se eu sumir / Só não me procure” indica o desejo de se afastar para se reencontrar, enquanto “Não sei se eu danço ou surto” revela a luta interna entre seguir em frente ou se perder nos próprios sentimentos. Lançada em uma data simbólica para Tom Filho, “Sozinho” traduz um processo de crescimento e autocompreensão, convidando o ouvinte a se identificar com a vulnerabilidade e o desejo de ser compreendido.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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