
Luciana
Tom Jobim
A delicadeza e a efemeridade do amor em “Luciana”
A música “Luciana”, de Tom Jobim, explora a dualidade do amor ao compará-lo a uma flor, símbolo de beleza e delicadeza, mas também de fragilidade e transitoriedade. Expressões como “olhos que vivem sorrindo” e “riso tão lindo” criam uma atmosfera de ternura e admiração, reforçando o tom suave e afetuoso da canção. Essa escolha de palavras, junto à melodia, exemplifica a leveza que se tornaria uma das marcas da bossa nova.
O verso “É como a flor que não dura demais” evidencia a consciência de que o amor, por mais intenso e encantador, pode ser passageiro. A canção equilibra o fascínio do sentimento com a noção de que ele também pode causar dor, como em “embriagador, mas também traz muita dor, Luciana”. Esse contraste entre prazer e sofrimento é apresentado de forma simples e direta, sem exageros, refletindo a abordagem inovadora de Tom Jobim e Vinicius de Moraes. O contexto do álbum “Canção do Amor Demais” e a participação de João Gilberto no violão reforçam a importância de “Luciana” na consolidação da bossa nova, valorizando a sinceridade emocional e a leveza musical.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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