
Augusta, Angélica e Consolação
Tom Zé
Relações e ironia urbana em “Augusta, Angélica e Consolação”
Em “Augusta, Angélica e Consolação”, Tom Zé transforma três ruas icônicas de São Paulo em personagens femininas para contar, com humor e ironia, as desventuras amorosas do protagonista. Cada rua ganha uma personalidade própria: Augusta é retratada como vaidosa e consumista, evidenciado no verso “gastava o meu dinheiro com roupas importadas e outras bobagens”; Angélica aparece como distante e fria, marcada pela expressão “cheirando a consultório médico”; já Consolação representa o alívio e o acolhimento, funcionando como um porto seguro para o personagem. Essa escolha de Tom Zé reflete sua relação próxima com a cidade e sugere que os relacionamentos podem ser tão imprevisíveis quanto o trânsito e a vida nas grandes avenidas paulistanas.
A letra também faz críticas sutis ao cotidiano urbano, usando situações e comportamentos típicos da cidade para construir uma narrativa cheia de camadas. Ao mencionar lugares como o Largo dos Aflitos e a Estação da Luz, Tom Zé amplia o significado da música, conectando sentimentos de aflição e escuridão interior a pontos reais de São Paulo. Dessa forma, a canção mistura humor, crítica social e um olhar carinhoso sobre a cidade, tornando-se acessível e interessante tanto para quem conhece São Paulo quanto para quem apenas se identifica com as situações descritas.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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