
Salva a Humanidade
Tom Zé
Curiosidade como força vital em "Salva a Humanidade"
Em "Salva a Humanidade", Tom Zé coloca a curiosidade como elemento central da experiência humana. O artista destaca que é justamente essa inquietação, impossível de ser eliminada, que impulsiona o progresso e a invenção. O verso repetido “Mas o que salva a humanidade / É que não há quem cure a curiosidade” deixa claro que a busca incessante por respostas é uma característica fundamental do ser humano, funcionando como motor para avanços e descobertas.
A letra utiliza jogos de palavras e sons, como em “bura, bura... Buraco da fechadura” e “buraco do curió”, criando imagens de investigação e de desejo de desvendar mistérios. Tom Zé também faz referências a episódios históricos e mitológicos, como “O homem fez o fogo”, “Eva comeu da maçã” e “A fada fez a fábula”, mostrando que grandes mudanças e narrativas nascem do desejo de saber mais. O termo inventado “fu furiosidade”, que mistura “fúria” e “curiosidade”, reforça a ideia de que essa força é intensa e vital. O tom lúdico e a performance energética de Tom Zé ressaltam que a curiosidade é uma qualidade essencial, impossível de ser domada, e que mantém a humanidade em constante movimento e reinvenção.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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