
Canção do Medo
Toquinho
O medo como obstáculo ao crescimento em “Canção do Medo”
Em “Canção do Medo”, Toquinho explora de forma direta o impacto paralisante do medo na vida cotidiana. A repetição dos versos “medo, tenho medo, muito medo” destaca a intensidade desse sentimento e revela um ciclo de autossabotagem que impede mudanças desejadas. Nos trechos “Se o desejo é forte de ver / Minha vida se modificar” e “Vem a vontade de crescer. / Vem a coragem de gritar. / Aí, eu fecho os olhos, / Tranco a porta, calo a boca / Pra me guardar”, o artista expõe o conflito entre a vontade de transformação e a insegurança que leva à inércia. O medo, nesse contexto, não é apenas uma emoção passageira, mas uma barreira constante que bloqueia ações mesmo quando há coragem e vontade de seguir em frente.
A letra utiliza imagens como “fecho os olhos, tranco a porta, calo a boca” para ilustrar os mecanismos de defesa diante do desconhecido, reforçando o tom introspectivo da canção. O medo aparece tanto diante de decisões importantes quanto diante da possibilidade de perdas e frustrações, como em “Tenho medo, muito medo / De enfrentar a morte e a má sorte / E eu tenho medo de seguir”. Mesmo quando surge coragem para sorrir ou viver, o impulso de se proteger prevalece, criando um ciclo de hesitação. Com uma abordagem honesta sobre a vulnerabilidade humana, Toquinho transforma “Canção do Medo” em uma reflexão universal sobre os desafios emocionais de crescer e mudar.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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