
Coco do Leão
Três Ceguinhas
Tradição e cotidiano nordestino em “Coco do Leão”
“Coco do Leão”, do grupo Três Ceguinhas, destaca-se por sua atmosfera festiva e coletiva, marcada pelo refrão repetitivo “É chalo, é chalo, é chalo, leão”. Esse recurso reforça o espírito de roda e participação, típico do coco nordestino, e convida o público a se envolver na música. O verso “O avião da viúva à meia-noite passou” traz um elemento de mistério e humor, comum no gênero, misturando situações do cotidiano com lendas e histórias inventadas para animar a dança e a conversa.
A letra alterna entre cenas de romance simples, como “Eu dei um beijo em cabrinha / Eu deitado no colo dela / Foi debaixo do cafezeiro / Eu apanhando café mais ela”, e reflexões sobre temas sérios, como a morte: “Eu tenho raiva da morte / Porque matou o velho meu pai / A gente mata e vai preso / A morte mata e não vai”. Essa combinação de assuntos cotidianos e profundos, tratados com leveza, é uma característica marcante do coco. O trecho final, que fala sobre a perda da namorada para outra pessoa, reforça o tom popular e direto da música, mostrando como o coco serve tanto para celebrar quanto para expressar as dores do dia a dia. A interpretação do Três Ceguinhas valoriza a tradição oral e a cultura do Nordeste, mantendo viva a arte de contar histórias através da música.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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