
Ânima
Tribalistas
Reflexão sobre desapego e liberdade em “Ânima” dos Tribalistas
A música “Ânima”, dos Tribalistas, explora a busca pela essência do ser e o desapego dos bens materiais. Logo no início, o verso “Numa outra dimensão / Não tinha teto nem chão / Não havia início nem final” sugere um estado de consciência além das limitações físicas, reforçando a ideia de transcendência e liberdade interior. O trecho “Eu caí numa placenta / No fim dos anos sessenta / No hemisfério sul ocidental” faz referência ao nascimento em um período de grandes mudanças sociais no Brasil, conectando a experiência pessoal dos integrantes a um contexto coletivo de transformação.
A repetição de frases como “não trouxe mala / não trouxe nada” e “só trouxe alma” destaca o desapego de posses e a valorização do que é essencial: a alma. O refrão “Deixa ser e deixa estar / Deixa ir, deixa ficar” incentiva a aceitação do fluxo natural da vida, promovendo leveza e harmonia. No final, “Vou nesse voo / Eu não levo peso / Só levo asa” reforça a metáfora da liberdade espiritual, mostrando que, ao se desprender do supérfluo, é possível alcançar paz e autoconhecimento. O próprio processo criativo dos Tribalistas buscou uma atmosfera intimista e espontânea, o que torna a mensagem da música ainda mais autêntica e acessível.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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