
Um Só
Tribalistas
Contrastes e união em “Um Só” dos Tribalistas
A música “Um Só”, dos Tribalistas, destaca a convivência de opostos na sociedade ao citar pares como “comunistas e capitalistas” e “justiça e ladrão”. Em vez de reforçar divisões, a canção mostra que essas diferenças coexistem tanto no coletivo quanto em cada indivíduo. Ao usar exemplos como “democratas e primatas” e “vira-latas, temos pedigree”, os Tribalistas apontam que ninguém se resume a uma única identidade ou grupo. Esse recurso reforça a crítica à polarização e propõe a convivência harmoniosa, como os próprios artistas explicaram em entrevistas. A frase “somos muitos, quando juntos, somos um só” resume essa proposta de união na diversidade.
A metáfora da “maré” que “fere”, “banha” e “leva” sugere que todos estão sujeitos aos mesmos ciclos e desafios, independentemente das diferenças. A maré representa tanto momentos difíceis quanto acolhimento, simbolizando os altos e baixos que todos enfrentam juntos. O refrão repetitivo reforça a ideia de que a força está em reconhecer a pluralidade e buscar unidade, ecoando a visão de Arnaldo Antunes sobre um mundo mais tolerante. No fim, “Um Só” celebra a diversidade e defende que, apesar das contradições, todos fazem parte de um todo maior, onde a pluralidade é motivo de união, não de separação.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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