
Além Do Véu De Maya
Tribo de Jah
Reflexão espiritual e desapego em “Além Do Véu De Maya”
A música “Além Do Véu De Maya”, da Tribo de Jah, utiliza o cotidiano do Rio de Janeiro como cenário para discutir a ilusão da realidade material, trazendo o conceito hindu do "Véu de Maya" para o contexto urbano e existencial. No trecho “Você vê o meu corpo e pensa que sou eu / Ele não é eu ele não é meu / É só uma dádiva dada emprestada”, a banda deixa claro que o corpo físico é apenas uma passagem, reforçando a ideia de que a verdadeira essência do ser está além das aparências e limitações materiais.
A letra propõe uma reflexão sobre a transitoriedade da vida, como em “Tudo é transitório, tudo é ilusório / Ainda que se pense que o que se vê é pura realidade / Na verdade, o que se está a ver / Não é mais que um lapso / Distorcido da eternidade”. Aqui, a influência do conceito de Maya aparece ao sugerir que o que percebemos como real é apenas uma pequena parte de uma existência maior e eterna. Ao afirmar que “alma não tem nacionalidade / alma não tem cor, alma não tem sexo”, a música defende uma visão universalista e espiritualizada, questionando preconceitos e divisões sociais. O caminhar solitário pela orla, sem destino, simboliza a busca individual por autoconhecimento e sentido, convidando o ouvinte a olhar além das aparências e refletir sobre o que realmente importa.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



Comentários
Envie dúvidas, explicações e curiosidades sobre a letra
Faça parte dessa comunidade
Tire dúvidas sobre idiomas, interaja com outros fãs de Tribo de Jah e vá além da letra da música.
Conheça o Letras AcademyConfira nosso guia de uso para deixar comentários.
Enviar para a central de dúvidas?
Dúvidas enviadas podem receber respostas de professores e alunos da plataforma.
Fixe este conteúdo com a aula: