
Rua Augusta
Trio Esperança
Juventude ousada e liberdade em “Rua Augusta” do Trio Esperança
“Rua Augusta”, do Trio Esperança, retrata o espírito rebelde e aventureiro da juventude dos anos 60, tendo como cenário a famosa rua paulistana. A música destaca a busca por adrenalina e liberdade, como mostra o verso “Entrei na rua augusta, a cento e vinte por hora, botei a turma toda do passeio pra fora”, que evidencia a ousadia e o desejo de desafiar limites. Esse comportamento irreverente, típico da época, chegou a incomodar a censura, pois sugeria desrespeito à autoridade e valorizava a rebeldia juvenil.
A letra faz referência à cultura das “gangues” de jovens que circulavam pela Rua Augusta, símbolo da boemia e da vida noturna de São Paulo. O carro descrito, “sem breque, sem luz, sem buzina” e com “três carburadores envenenados”, representa a vontade de viver intensamente, mesmo correndo riscos. O refrão “Quem é da nossa gangue, não tem medo” reforça o sentimento de pertencimento e coragem, características marcantes da geração da Jovem Guarda. Ao citar lugares como o Anhangabaú e a Galeria Prestes Maia, a canção também faz um retrato divertido da cidade, celebrando a energia e o espírito livre de uma geração que queria se divertir e desafiar as regras.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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