
Diploma Nordestino
Trio Forrozão
Orgulho e resistência no trabalho em “Diploma Nordestino”
“Diploma Nordestino”, do Trio Forrozão, destaca com clareza e orgulho o valor do trabalho rural como verdadeiro símbolo de dignidade para o povo nordestino. A música contrapõe o reconhecimento formal, como diplomas acadêmicos, ao saber prático adquirido no campo. O trecho “A minha escrita está no cabo da enxada / As minhas mãos estão que é um calo só / É meu orgulho, esse é meu documento / É meu diploma minha soma meu suor” mostra que o trabalhador rural constrói sua identidade e respeito por meio do esforço diário, e não por títulos oficiais. A canção valoriza a experiência e a força do povo nordestino, ressaltando a importância do trabalho árduo e da dedicação à terra.
Além disso, a letra faz uma crítica direta às desigualdades sociais e à corrupção, especialmente no contexto do Nordeste. Em “Desvia verbas e fala verborragia / Roube um pouco do velho Chico também / Desvie um pouco dessa água, que nem nota / Pra molhar essa terra de ninguém”, a música denuncia o desvio de recursos e o descaso das autoridades com a população rural. O verso “Quem de nós é mais ignorante, eu que não aprendi a ler / Ou você se morresse de fome, se não me desse o que fazer” reforça a importância do agricultor para o país e questiona quem realmente é marginalizado. Assim, “Diploma Nordestino” se torna um hino de resistência, orgulho e valorização da identidade nordestina.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



Comentários
Envie dúvidas, explicações e curiosidades sobre a letra
Faça parte dessa comunidade
Tire dúvidas sobre idiomas, interaja com outros fãs de Trio Forrozão e vá além da letra da música.
Conheça o Letras AcademyConfira nosso guia de uso para deixar comentários.
Enviar para a central de dúvidas?
Dúvidas enviadas podem receber respostas de professores e alunos da plataforma.
Fixe este conteúdo com a aula: