
É Madrugada
Trio Nordestino
Solidão e saudade em “É Madrugada” durante o São João
“É Madrugada”, do Trio Nordestino, explora o contraste entre a alegria das festas juninas e a solidão de quem espera por um amor que não chega. A letra destaca como, mesmo em meio à animação das fogueiras e da celebração de São João, o narrador sente a ausência da pessoa amada, tornando a festa vazia. O trecho “Pra que tanta fogueira, se pra mim a noite inteira vai ser grande a solidão” mostra claramente esse sentimento de isolamento, reforçando que a presença da multidão não diminui a dor de quem se sente abandonado.
Composta por Antônio Barros e lançada em 1971, a música reflete o olhar sensível do Trio Nordestino para o cotidiano do povo nordestino, especialmente em datas marcantes como o São João. A repetição do verso “É madrugada e não vem, quem tanto eu queria” enfatiza a esperança frustrada e transforma a madrugada em símbolo de espera e decepção. Assim, a canção utiliza o cenário festivo como pano de fundo para um drama pessoal, mostrando que a solidão pode ser ainda mais intensa quando contrasta com a alegria coletiva ao redor.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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