
No Terreiro da Fazenda
Trio Nordestino
Tradição e celebração em "No Terreiro da Fazenda"
"No Terreiro da Fazenda", do Trio Nordestino, retrata de forma animada o ciclo de trabalho e celebração das festas juninas no Nordeste. A letra destaca a ligação entre o plantio do milho e a festa de São João, como nos versos: “Em janeiro eu fiz a broca / Fevereiro eu queimei / Não tardou choveu em março / Eu plantei, semeei”. Esses trechos mostram que a comemoração é fruto do esforço coletivo e da relação direta com a terra, reforçando o milho como símbolo central das festas, já que muitos pratos típicos são feitos a partir dele.
O clima festivo aparece em imagens como “A reiuna vai roncar” e “Vai ter bebo pra daná”, que remetem à animação, à música e à presença marcante da sanfona, instrumento essencial do forró. A referência ao “velho barbino / Com seu fole prateado” valoriza figuras tradicionais, como o sanfoneiro, e destaca o papel da música em unir as pessoas, como no verso “Todo mundo agarradinho como abeia na fulô”. Assim, a canção celebra não só a festa, mas também a coletividade, a alegria e o orgulho das tradições regionais, transmitindo um forte sentimento de pertencimento e alegria compartilhada.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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