
O Relógio da Matriz
Trio Parada Dura
O tempo e a saudade em "O Relógio da Matriz"
"O Relógio da Matriz", do Trio Parada Dura, transforma o relógio da igreja do bairro em um símbolo marcante da saudade e da dor da separação. O momento das dezoito horas, quando o sino toca, é lembrado como o instante exato da despedida, reforçando a ligação entre o tempo e o sofrimento. Cada badalada traz de volta a lembrança da perda, tornando o relógio um lembrete constante da ausência e do vazio deixado por quem partiu. O verso “não dá sossego ao meu pobre coração” mostra como o tempo, em vez de aliviar, intensifica a dor do protagonista.
A canção utiliza o relógio como metáfora para a passagem do tempo e para a persistência da saudade. O personagem sente-se “morrendo pouco a pouco” a cada toque do sino, o que evidencia que a dor da separação é renovada diariamente. No entanto, a música também traz esperança, como no trecho “A esperança é a última que morre / Talvez um dia ela volte para mim”. Assim, o relógio representa não só o sofrimento, mas também a expectativa de reencontro, equilibrando a tristeza da saudade com a possibilidade de um novo começo.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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