
9 às 5
Trolls
Crítica à rotina de trabalho em “9 às 5” dos Trolls
A versão de “9 às 5” interpretada pelos Trolls mantém o tom leve e cotidiano, mas traz uma crítica clara à rotina exaustiva e pouco valorizada do trabalho. O trecho “Rolo da minha cama pra cozinha me arrastando / Bocejando e me espreguiçando / E tomo o meu café pra despertar” mostra de forma direta o esforço diário para começar o dia, algo com que muitos trabalhadores se identificam. O banho gelado e o trânsito complicado reforçam a ideia de que os desafios já começam antes mesmo do expediente, destacando o desgaste físico e emocional que antecede o trabalho.
No contexto do filme “Trolls Band Together”, a música ganha ainda mais significado. Crimp canta para expressar sua frustração com a falta de reconhecimento por parte de Velvet e Veneer, personagens que representam chefes ou colegas que não valorizam o esforço dos outros. Quando Veneer interrompe a música por um motivo trivial, fica evidente a dinâmica de poder e a desvalorização enfrentada por Crimp, conectando a versão dos Trolls ao tema original da canção de Dolly Parton sobre injustiças no ambiente de trabalho. O fato de Crimp ser trancada em um armário após tentar se destacar simboliza a opressão e a falta de espaço para quem busca reconhecimento, tornando a letra uma crítica sutil, mas certeira, à rotina e às relações de trabalho desiguais.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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