Nó
Tukum
Transformação e liberdade em "Nó" por Tukum
Em "Nó", da banda Tukum, a imagem do "nó da madeira incerto" simboliza bloqueios emocionais e existenciais que impedem o crescimento pessoal. Essa metáfora central reflete a proposta artística do grupo, que busca explorar a liberdade individual, tema também presente na obra de Clarissa Pinkola Estés, inspiração para o álbum "Estradas Dentro". O nó, que poderia ser apenas um obstáculo, é ressignificado na letra: "Faz do nó poesia / Traz à pele a flor". Aqui, as dificuldades e dores são transformadas em beleza e expressão criativa, mostrando que é possível encontrar sentido e arte mesmo nas experiências mais desafiadoras.
A repetição do verso "Vou correndo de botas sujas pro mar" expressa o desejo de purificação e renovação, reforçado pela referência a Iemanjá, orixá das águas e da maternidade, associada à limpeza espiritual e à busca por bênçãos. O trecho "Galho torto querendo desencantar" destaca a imperfeição e a vontade de se libertar, sugerindo que até aquilo que não é perfeito busca transformação. Ao pedir para ser "tela em branco" e "criador", a letra revela o anseio por recomeço e autonomia sobre a própria história. Assim, "Nó" une música, poesia e dança como caminhos de autodescoberta e cura, alinhando-se à proposta sensível e reflexiva do Tukum.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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