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Ainda Tô Por Cá

Túlio Duarte

Tradição e pertencimento em "Ainda Tô Por Cá" de Túlio Duarte

A música "Ainda Tô Por Cá", de Túlio Duarte, destaca o sentimento de pertencimento e resistência às tradições nordestinas, especialmente as ligadas à vaquejada. O verso repetido “Eu cheguei cedo e ainda tô por cá” mostra a disposição do narrador em aproveitar cada momento da festa, reforçando o orgulho de quem faz parte desse universo. Inspirado por Mano Walter e profundamente ligado à cultura de vaquejada de Alagoas, Túlio Duarte utiliza a canção para celebrar a permanência e a alegria de quem vive intensamente esses eventos, como fica claro em “e pelo jeito ainda vou demorar”.

A letra traz cenas típicas da vaquejada, como “gado correndo, mato balançando, vaqueiro dançando um forrozim aculá”, transmitindo a energia e o clima descontraído da festa. O trecho “Lá vem o vaqueiro vestido em gibão em minha direção o gado vai passar” destaca elementos visuais e sonoros que remetem à tradição, enquanto “a festa só finda de meia-noite pra lá” reforça a ideia de celebração prolongada, onde ninguém tem pressa de ir embora. Ao mencionar “arrancar folha do bredo”, a música faz referência a costumes regionais, ampliando a sensação de autenticidade e conexão com o cotidiano do sertão. Assim, "Ainda Tô Por Cá" se apresenta como um retrato fiel da vaquejada, exaltando a alegria, a resistência e o orgulho de pertencer a essa cultura.

Composição: Túlio Duarte. Essa informação está errada? Nos avise.

O significado desta letra foi gerado automaticamente.


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