
Saudade Mata (part. Koda)
TUONO
Culpa e solidão em "Saudade Mata (part. Koda)" de TUONO
Em "Saudade Mata (part. Koda)", TUONO explora de forma direta a autocrítica e o sentimento de culpa do narrador, que reconhece sua responsabilidade pelo afastamento. O verso “Sei que fui eu que criei um oceano entre nós e acabei com a esperança” deixa claro que a distância não foi causada por fatores externos, mas por atitudes do próprio narrador. Esse reconhecimento aprofunda o peso da saudade e do arrependimento, temas recorrentes nas composições pessoais e emotivas de TUONO.
A letra utiliza imagens fortes para transmitir a solidão e a dor da ausência, como quando o narrador se sente “em outro planeta ou sozinho em um cometa”, sugerindo um isolamento extremo. A saudade é apresentada como uma doença rara e incurável, cujo único "tratamento" seria o afastamento para não "contaminar" o outro, o que reforça o tom melancólico e a sensação de impotência diante da perda. O refrão “porque saudade quando não se cura mata” resume o tema central: a saudade intensa pode ser devastadora, levando o narrador à resignação. Imagens como “velejo sem destino nesse mar” e “cada vez que me levanto a onda há de derrubar” reforçam a ideia de luta constante e fracasso diante do vazio deixado pela ausência, conectando a música à experiência universal da separação e da dificuldade de seguir em frente.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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