
Epitáfio
Última Dança
Reflexão sobre despedida e aceitação em “Epitáfio”
O título “Epitáfio” já indica que a música da banda Última Dança aborda o fim, mas, neste caso, trata-se do encerramento de um relacionamento. Expressões como “Beije-me antes do fim” e “Abrace-me para o adeus” reforçam o clima de despedida, mostrando o desejo de um último contato afetivo antes da separação definitiva. A banda é conhecida por usar metáforas para falar de perda e saudade, o que aparece nos versos “Mil destinos entre flores” e “Alegrias nos acenam / Sempre tão distantes”. As flores, nesse contexto, podem simbolizar tanto a beleza passageira dos momentos felizes quanto a despedida, já que são associadas a rituais de passagem e luto.
A repetição de “tarde demais” no final da música destaca a sensação de que não há mais volta, trazendo um tom de resignação. O trecho “Nesta noite esqueço os enganos / Apago a luz / De tudo o que fomos” sugere um esforço para deixar mágoas e erros no passado, como se o ato de apagar a luz marcasse o fim de um ciclo. Já a frase “Não olhe ainda em meus olhos / Há tantos campos nesta escuridão” mostra a tentativa de evitar um confronto emocional direto, preferindo o distanciamento para lidar com a dor. Assim, “Epitáfio” constrói uma narrativa sensível sobre o fim de uma relação, marcada por lembranças, arrependimentos e a aceitação melancólica de que não há mais retorno.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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