Hecatombe
Um
Tragédia coletiva e decadência em "Hecatombe" de Um
O título "Hecatombe" já indica que a música do Um aborda uma tragédia coletiva, evocando tanto sacrifícios em massa quanto grandes catástrofes humanas. A letra reforça esse clima ao descrever um cenário de destruição e vazio existencial, como nos versos “No entorpecer vadio da droga do tempo / Morrem os homens, morrem senhoras”. Aqui, o tempo é comparado a um vício que anestesia e consome, levando à morte física e simbólica. Expressões como “licor amargo” e “perda da essência” mostram como o sofrimento se torna parte da rotina, corroendo a identidade coletiva.
A música repete imagens de guerra e morte, como em “A guerra se empresta como em fins de festa” e “A morte fechou / Os olhos negros da dor”, criando uma atmosfera de fim de ciclo, onde a violência e o desespero se tornam comuns. O verso “A mágoa no valor / De um povo que acabou, acabou” sugere não só destruição física, mas também o esgotamento moral e emocional de uma comunidade. Já a referência à “obediência horrenda de um homem que se prenda / Aos seus costumes, suas lendas” pode ser entendida como uma crítica à rigidez cultural e à submissão a tradições que perpetuam o sofrimento coletivo. Assim, "Hecatombe" usa metáforas de vício, guerra e sacrifício para refletir sobre a decadência social e a perda de sentido diante de grandes tragédias.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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