
Samba Enredo 1982 - Lima Barreto - Mulato, Pobre, Mas Livre
G.R.E.S. Unidos da Tijuca (RJ)
Lima Barreto e justiça social em “Samba Enredo 1982 - Lima Barreto - Mulato, Pobre, Mas Livre”
"Samba Enredo 1982 - Lima Barreto - Mulato, Pobre, Mas Livre", do G.R.E.S. Unidos da Tijuca (RJ), traz à tona a exclusão de Lima Barreto da Academia Brasileira de Letras, relacionando diretamente o preconceito racial e social à sua trajetória. O trecho “Mesmo sendo excelente escritor / Inocente, Barreto não sabia / Que o talento banhado pela cor / Não pisava o chão da Academia” mostra como o reconhecimento institucional foi negado ao autor por causa de sua origem e cor. O samba-enredo, ao homenageá-lo, busca reparar essa injustiça histórica, usando o carnaval como palco para valorizar sua importância.
A letra também destaca a luta de Barreto contra a pobreza e a discriminação, ressaltando sua dedicação aos humildes e sua produção literária marcada por ideias progressistas. Ao citar “Entregou-se à bebida / Aumentando o seu sofrer / Sem amor, sem carinho / Esquecido morreu na solidão”, o samba humaniza o escritor e denuncia o abandono e a marginalização que ele enfrentou. O refrão “A sua vida, sua obra é o nosso enredo / E agora canta em louvor e gratidão” transforma o desfile em um ato de reconhecimento póstumo, celebrando Lima Barreto como símbolo de resistência e reafirmando o carnaval como espaço de memória e justiça social.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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