
Quando A Fonte Secar
Urias
Resiliência e crítica social em "Quando A Fonte Secar" de Urias
"Quando A Fonte Secar", de Urias, aborda como a sobrevivência pode ser vista como um luxo para quem vive à beira do esgotamento. O verso “por pura sobrevivência, eu luxo” mostra que pequenos prazeres ou conquistas são, na verdade, formas de resistência diante das dificuldades, e não apenas ostentação. O título funciona como um alerta sobre o fim de oportunidades ou apoios, destacando a necessidade de adaptação e resiliência.
A letra alterna entre passado e futuro, evidenciando uma trajetória de superação. Trechos como “Estou apenas a uma frase do futuro” e “Eu já estive a uma frase do passado” revelam um estado de transição constante, onde o tempo é um recurso precioso. Ao dizer “Eu fui denominada carne crua / Barata, dourada, que nunca estraga”, Urias expõe tanto a objetificação e desvalorização que já sofreu quanto sua resistência e valor próprio, mesmo quando subestimada. A repetição de “Sem dinheiro, eu não faço nada mais / Quando a fonte secar, todos vão saber” reforça a crítica à dependência de recursos materiais e à exploração de quem já está em situação vulnerável. O nome Urias, que remete a um guerreiro bíblico, também se reflete na postura combativa e resiliente da artista, tornando a canção ainda mais pessoal e potente.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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