
Coisas da Terra (Galope À Beira Mar) (part. Santanna)
Valdir Santos
Orgulho e tradição nordestina em “Coisas da Terra (Galope À Beira Mar) (part. Santanna)”
“Coisas da Terra (Galope À Beira Mar) (part. Santanna)”, de Valdir Santos, é uma celebração das raízes e tradições do Nordeste brasileiro. Logo nos primeiros versos, a música destaca prazeres simples do cotidiano, como “feijão cozinhado em panela de barro” e “forró pé de serra feito na latada”, mostrando o valor dado à cultura local. O termo “galope à beira-mar” faz referência direta ao estilo de repente criado por José Pretinho, em que a palavra “mar” encerra cada estrofe, reforçando a musicalidade e a oralidade típicas da região.
A letra funciona como um verdadeiro inventário afetivo das tradições nordestinas, valorizando festas como o São João e pratos típicos, como canjica, pamonha e buchada. Ao citar nomes como Luiz Gonzaga (“o rei do Exu”), Lindu do Trio Nordestino, Assisão, Petrúcio e Alcimar, a canção presta homenagem aos grandes artistas que ajudaram a construir a identidade musical do Nordeste. O verso “Gosto de mulher, não posso negar / Seja preta ou branca, não importa a cor / Pra mim o que vale é só o amor” traz uma mensagem de inclusão e afeto, mostrando que o pertencimento à cultura nordestina está acima de qualquer distinção. Ao longo da música, alegria, senso de comunidade e orgulho regional são celebrados como elementos essenciais da vida, tornando a canção um manifesto de valorização das “coisas da terra”.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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