
Late Que Eu Tô Passando
Valesca Popozuda
Empoderamento feminino e irreverência em “Late Que Eu Tô Passando”
Em “Late Que Eu Tô Passando”, Valesca Popozuda inverte os papéis tradicionais de gênero ao colocar o homem em uma posição submissa, enquanto a mulher assume o controle. A artista usa metáforas como “late” e “dá patinha” para comparar o comportamento masculino ao de um cachorro adestrado, o que serve tanto como provocação quanto como afirmação de poder feminino. Essa escolha de linguagem, inspirada no universo do funk carioca, desafia abertamente normas machistas e reforça o empoderamento das mulheres, tornando a mensagem clara e acessível por meio de um tom descontraído e debochado.
O contexto do funk carioca e a trajetória de Valesca como referência do neofeminismo no gênero são fundamentais para entender o impacto da música. Versos como “No passado me esnobava, agora tá me cantando” e “Seu cordão é uma coleira, vem cachorro eu tô chamando” mostram como experiências de desvalorização se transformam em afirmação de poder. A repetição de comandos como “fica de quatro, balança o rabo” e “toma ração” intensifica o tom de domínio e brinca com duplos sentidos, misturando conotação sexual e controle. Dessa forma, a música se destaca como um símbolo de autoconfiança e liberdade feminina, celebrando a autonomia sobre o próprio corpo e desejos.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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