
Poesia Cústica [explícita]
Valesca Popozuda
Dinheiro, desejo e irreverência em “Poesia Cústica [explícita]”
“Poesia Cústica [explícita]”, de Valesca Popozuda, transforma situações do cotidiano e tabus do carnaval em versos diretos, misturando humor, desejo e crítica social. Um dos pontos centrais é a subversão do romantismo tradicional, como no verso “Não faz o coraçãozinho, abre o app e faz o Pix”, onde Valesca ironiza demonstrações superficiais de afeto e escancara a relação entre dinheiro, desejo e satisfação. O uso de nomes reais, como “Pedro Marmita” e “Letícia”, aproxima a letra do universo popular, criando identificação ao retratar personagens e situações reconhecíveis do dia a dia.
A música aborda a liberdade sexual sem pudores, citando práticas como sexo em banheiros químicos, ménage, poligamia e o uso de estimulantes sexuais, sempre com irreverência. O verso “Quero que me coma atrás do químico” mostra a disposição para o prazer em qualquer lugar, enquanto “O nome dela é Letícia / Bissexual, é lambe-xota e chupa-pica” celebra a diversidade sexual sem julgamentos. Referências como “pipa do vovô” e “Tadala” tratam de questões de potência sexual masculina com leveza e humor. Ao mencionar a vizinha “santinha” com vida sexual ativa, Valesca ironiza a hipocrisia social, reforçando que o desejo não tem classe, religião ou aparência. Inspirada pelo arrocha de J. Eskine, a faixa reafirma o empoderamento feminino e sexual, mostrando que falar abertamente sobre prazer, dinheiro e liberdade é também um ato de resistência e autenticidade.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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