
Balah Ih Fogoh
Vandal
Resistência e identidade periférica em “Balah Ih Fogoh”
Em “Balah Ih Fogoh”, Vandal utiliza a repetição de “bala e fogo” não apenas como uma ameaça literal, mas como símbolo de resistência e defesa diante das dificuldades enfrentadas por comunidades periféricas. A música foi inspirada por relatos reais de racismo vividos por pessoas próximas ao artista, o que confere à letra um tom direto e confrontador. Vandal deixa claro que qualquer tentativa de opressão ou invasão ao espaço do “bonde” — termo que representa o grupo ou a comunidade — será enfrentada com união e força coletiva.
O verso “Eu não te amo e não vou falar de novo!” destaca a rejeição a relações hipócritas ou submissas, enquanto frases como “Tô sempre planando e castelando os inimigo” e “Faço pelo gueto, fortaleço linha de frente mermo” mostram o compromisso com a coletividade e a proteção dos seus. O uso de gírias e referências ao cotidiano do gueto, como “balança de precisão” e “oitão na minha mão na contenção”, aproxima a letra da realidade urbana e da luta diária por respeito e sobrevivência. Dessa forma, “Balah Ih Fogoh” se firma como um grito de resistência, transformando experiências de violência e exclusão em afirmação de identidade e força coletiva.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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